Meu trabalho

Escolas

Palestra impactante (8ºs anos ao 3ºs anos)

Não dá mais para dizer simplesmente que as drogas fazem mal ou que viciam.

Palestras tradicionais que procuram amedrontar os alunos não funcionam.

Explicar tipos de drogas não agrega informação além do que eles já possuem.

Precisamos abrir um espaço onde os jovens se sintam à vontade para expressar o que pensam e o que acreditam.

Com a estratégia adequada podemos desconstruir as ideias que os levaram a acreditar na propaganda enganosa que se espalha nos grupinhos.

Ofereça aos seus alunos uma palestra inteligente, que utiliza uma linguagem marcante e coerente.

Os jovens precisam de uma mensagem inovadora e, ao mesmo tempo, em afinidade com seus valores. Uma palestra proferida por um especialista que viveu o problema e utiliza seu depoimento como estratégia e com sensibilidade.

Os alunos conhecerão as armadilhas por trás do álcool e da maconha e se sentirão motivados a mudar seus conceitos, porque perceberão que se trata de uma mensagem que confiam e acreditam.

Não há como propor ao adolescente mudar a sua forma de pensar se não deixar que fale abertamente sobre o que pensa.

Um programa de prevenção contra as drogas não pode mais ser considerado pela escola como “mexer em um vespeiro”!

Não há por que ter receio de dar um passo que colocará a sua escola entre aquelas que fazem a diferença.

Os coordenadores se sentirão completamente seguros e tranquilos ao oferecer este programa para os alunos e para os pais.

O que não podemos fazer é fingir que nada está acontecendo, ou optarmos somente por intervir em casos de uso comprovado de drogas nas dependências ou arredores da escola.

Uma abordagem inovadora vai desconstruir a propaganda enganosa do álcool e da maconha e vai treinar o jovem a não se deixar levar pela influência do grupo.

O apoio incondicional por parte dos pais quando conhecem os detalhes do projeto é surpreendente.

Recentemente, uma escola me procurou preocupada com o fato de alguns alunos terem sido vistos fumando maconha na esquina.

Por trás de cada adolescente que decide fumar maconha na esquina da escola qual o número de adolescentes que fuma com mais cuidado e discrição?

A maconha chega nas mãos dos nossos filhos através dos seus amigos.
Quantos alunos da sua escola estão muito próximos de terem seu primeiro contato com a maconha?

Como se posicionarão perante o grupo quando a droga lhes for oferecida? E quanto ao cigarro e ao álcool, que normalmente vem antes da maconha?

A maioria dos jovens ainda não recebeu uma mensagem de prevenção que confiou e que acreditou.

 

– Pesquisa estratégia de identificação do grau de envolvimento por sala de aula.

– Grupo de discussão sobre: cigarro, energético, narguilé, álcool e maconha.

– Conscientização sobre a as drogas de comportamento.

– Debate sobre a droga na mídia, nas redes sociais e na internet.

– Reunião de abertura para os pais (apresentação do programa)

– Reunião de encerramento com os pais e apresentação do resultado da pesquisa

– Apresentação aos pais sobre os 18 erros que costumam cometer.

Parte 1 – Veja porque cada vez mais jovens experimentam as drogas.

1 – A propaganda enganosa do álcool.
O Brasil progrediu com relação à propaganda do cigarro e o consumo caiu. Mas, infelizmente, a propaganda de cerveja escancarada na televisão e em pôsteres espalhados pela cidade é uma vergonha.
Os comerciais costumam mostrar um monte de jovens, que supostamente tem mais de 18 anos, se divertindo enquanto bebem. Tudo corre muito bem na balada da propaganda. Não tem briga, ninguém passa mal e parece que todos ali, apesar de parecerem tão jovens, são extremamente responsáveis e não bebem além da conta.
Não é isso o que acontece na balada da vida real!
O pior é que estes comerciais são exibidos diariamente durante os programas que os nossos filhos adolescentes assistem. É claro que a grande maioria dos jovens se ilude e começa a acreditar que beber é uma forma de lazer saudável e que não há nenhum problema nisso.

2 – A venda de bebida alcoólica sem controle.
É muito fácil para um menor de idade comprar bebida no Brasil. A venda de bebida alcoólica é permitida em todo o tipo de comércio sem licença, até mesmo na beira das estradas e nos postos de gasolina.
Muitos jovens na faixa dos 16, 17 anos programam para os finais de semana encontros à base de bebida alcoólica e energéticos em lugares públicos, condomínios fechados ou comunidades sem fiscalização. Pelo fato de ainda não terem carro e não poderem entrar nos lugares proibidos para 18 anos, eles criam a sua própria balada. É assim que muito menores têm acesso ao consumo de álcool, cigarro e maconha.

3 – A propaganda da maconha.
Agora está cada vez mais na moda defender o uso da maconha e os consumidores de maconha se esforçam para conquistar novos adeptos, usando uma série de argumentos. Ouvimos dizer que a maconha é natural, que faz menos mal do que o cigarro, que em alguns países é utilizada com fins medicinais e que na Holanda é liberada. Outros argumentam que a liberação da maconha vai diminuir o consumo, o tráfico e a violência. Tais afirmações se espalham pela nossa sociedade e cada vez mais pessoas repetem o que ouvem e a polêmica vira uma bola de neve. Os adolescentes, que são iludidos facilmente por todo tipo de moda, boato ou mito, se tornam os maiores propagandistas da maconha.

4 – A busca desenfreada pela emoção, pelo arriscado, pelo proibido e a influência do grupo.
A adolescência já é uma busca por tudo aquilo que traz emoção. Nesta idade, nossos filhos estão vulneráveis e são facilmente influenciados. Os vídeos games, os videoclipes, as letras das músicas, as novelas e tudo o que rodeia os jovens sempre traz violência, velocidade, sensualidade e aventura. As drogas normalmente parecem fascinantes aos olhos dos adolescentes, porque representam um convite ao proibido e ao desconhecido. Adolescentes que já experimentaram cigarro fazem uma enorme propaganda para que seus amigos experimentem. É praticamente certo que seu filho terá a oportunidade de beber antes dos 18 anos e isto, provavelmente, acontecerá enquanto ele estiver com sua turma de amigos. Quando um novo adolescente experimenta maconha o convite se espalha para toda a turma e sempre haverá mais 2 ou 3 que acabarão experimentando também.

5 – O descaso geral da sociedade.
Não há uma legislação para prevenção das drogas em nosso país. Ou seja, as escolas, empresas e instituições não têm a obrigação de oferecer para nossos filhos, alunos e cidadãos programas de prevenção. Quando as instituições de ensino querem oferecer alguma atividade são livres para isto, mas o assunto não costuma fazer parte da grade curricular. O resultado disto é que algumas instituições contratam palestras esporádicas que normalmente não funcionam. Somente um programa que esteja presente ao longo de todo o ano pode mudar os comportamentos dos jovens.
As escolas estão mais preocupadas com a sua imagem do que em proteger os alunos. Nas escolas onde faço palestras sempre há um grupo de alunos com idades entre 12 e 17 anos que costuma me procurar depois da palestra. Estes alunos espontaneamente me contam que estão fumando cigarro, maconha e que bebem. Querem conversar sobre o tema, querem saber o que penso, alguns até demonstram certa preocupação, mas não sabem exatamente o que fazer, uma vez que todos do grupo fazem o mesmo. Sugiro à coordenação da escola abrir um espaço de diálogo, para que os jovens expressem o que pensam e o que sentem. A maioria das escolas, porém, explica que não quer levantar este tipo de polêmica dentro da instituição, porque não sabem quais serão os resultados. A diretoria declara que não quer a sua imagem ligada a alunos que consomem drogas, principalmente por se tratar de uma instituição de ponta com altos índices de aprovação. As escolas preferem resolver os casos de envolvimento de forma reservada e somente interferem em casos onde o problema veio parar dentro da instituição.
As faculdades não se intrometem no que acontece da porta para fora. Fazem “vista grossa” para as dezenas de bares que funcionam nos arredores, como se isto não fosse um problema da instituição. Centenas de jovens bebem e fumam maconha e muitos entram para a aula “chapados”. A universidade faz algum tipo de intervenção somente quando este jovem tem comportamento inadequado dentro da instituição. Caso contrário, age como se nada estivesse acontecendo. O governo também não faz nada com relação ao problema e concede licenças ou não fiscaliza bares próximos às escolas e universidades.

Parte 2 – Os pais estão despreparados para lidar com a situação.

1 – Situações de risco onde nossos filhos ficam expostos e que não costumamos nos preocupar.
Ao contrário do que muitos pensam, não será um estranho que vai oferecer as drogas para seu filho. É quase certo que isto acontecerá através de um amigo próximo ou em uma situação onde ele esteja entre seus amigos.
O álcool está presente até mesmo em festas de aniversários de amigos dos nossos filhos, cujos pais conhecemos. Levar e buscar seu filho das baladas não garante que ele não tenha feito algo que não deveria.
Os pais costumam pensar que seus filhos estão protegidos dentro de condomínios fechados e então permitem que estes fiquem mais soltos, ou que fiquem até mais tarde, porque se sentem mais seguros. A verdade é que os jovens se arriscam ainda mais nestas situações, porque sabem que ali dentro a chance de serem pegos é menor.
Em viagens de férias a probabilidade de o seu filho experimentar drogas aumenta muito. É um mês de descanso, os pais estão mais relaxados e os jovens estão abertos para novas experiências. Nossos filhos conhecem muitas pessoas novas durante as viagens de férias e, muitas vezes, não dá tempo dos pais conhecerem estas novas amizades!
O seu filho vai administrar muito bem a informação que chega até você. Mesmo que você acredite ter um bom diálogo com ele, em algumas situações ele esconderá informações sobre amigos que gosta de estar junto, por medo da sua reprovação. Nossos filhos subestimam os riscos e acreditam que não irão experimentar as drogas mesmo que andem com jovens que usam.

2 – Famílias diferentes têm posturas diferentes com relação ao problema.
Pais super-protetores ou confiantes demais.
Alguns pais não querem correr riscos com seus filhos e os prendem demais. Isso não é uma garantia. Aquilo que é proibido desperta ainda mais a curiosidade. A melhor proteção que podemos oferecer é capacitar nossos filhos a dizer não perante o grupo e não proibi-los de estar no grupo.
Outros pais acreditam que devem confiar nos seus filhos em todas as situações e assim os soltam demais. Acredito que confiar é essencial, mas precisamos saber onde nossos filhos estão com quem estão e o que estão fazendo sempre.

Os pais que misturam as coisas.
Muitos pais não sabem exatamente separar sintomas naturais da adolescência e indícios de envolvimento com drogas. As “esquisitices” da adolescência como falas, roupas, gostos e hábitos diferentes do comum não representam ligação com drogas. Por outro, lado existem muitos jovens que estudam bastante, fazem esporte, tem amigos super saudáveis e fumam maconha.

Pais ausentes.
Alguns pais ficam ausentes com relação ao problema. Muitas vezes, porque são muito ocupados ou porque não se sentem à vontade ou confiantes para abordar o assunto drogas com seus filhos. Estes pais, normalmente, só vão saber do envolvimento de seus filhos com drogas quando estes já estiveram precisando de tratamento.

Pais que bebem ou que fumam.
Existem pais e mães que bebem nos fins de semana. Muitas vezes, recebem convidados e ficam alcoolizados. Seus filhos crescem vendo-os beber, se divertindo e até ficando mais brincalhões. Podem criar através do exemplo dos pais a imagem de que beber pode ser um tipo de lazer.
Muitos pais fumantes, pelo fato de serem dependentes, não sentem que são bons exemplos para conversar sobre álcool e drogas com seus filhos e preferem se omitir.
Pais liberais.
Existe um grupo de pais que é mais liberal a até simpatizante. Alguns fumaram maconha durante a faculdade e acreditam que muitas experiências durante a adolescência são passageiras. São um pouco saudosistas, veem a maconha como uma droga leve e subestimam os seus riscos.

3 – A reação natural da família em caso de suspeita normalmente não ajuda.
Temos aqui dois tipos de postura com relação ao problema.
Por um lado, temos famílias que se negam de todas as formas aceitar que seus filhos possam estar envolvidos com drogas.
Um especialista, olhando de fora, pode ver indícios claros de envolvimento ou comportamentos de alto risco que os pais não enxergam.
Por outro lado, alguns pais quando suspeitam de algo entram em pânico e agem por impulso, e, muitas vezes, o comportamento não tem nada a ver com droga. Costumam não pensar com calma no que fazer a respeito e não buscam ajuda de uma especialista. Ao contrário, decidem investigar o filho e mexer em suas coisas. Estas atitudes, normalmente, pioram as coisas. Se o filho não estiver envolvido com drogas vai acusá-lo de não confiar nele, e se estiver envolvido vai se revoltar, porque agora tem um motivo para justificar o que esta fazendo.

4 – O momento certo para procurar ajuda.
Nenhum adolescente pode ter algum tipo de contato com tabaco, álcool e com outras drogas, mesmo que tenha sido uma única vez. É ilusão achar que uma boa conversa vai resolver o problema. Se isto acontecer ele já quebrou a regra número 1. Ele já sabia que não deveria ter feito e se fez, provavelmente, repetirá este comportamento. Este jovem precisa, no mínimo, de acompanhamento. Não há mais o que esperar para buscar orientação sobre como agir.

Conclusão – O que podemos fazer para nos sentirmos mais seguros e confiantes sobre estarmos fazendo o correto.
Provavelmente este texto aumentou ainda mais a sua preocupação ao invés de tranquilizá-lo. Preciso que você entenda que a primeira parte do nosso programa de prevenção é conhecer o tamanho do problema.
Apesar de toda a preocupação que os pais têm sobre orientar e proteger seus filhos existe aspectos que somente uma pessoa especializada conseguirá trabalhar com eles. Precisamos separar a prevenção primária que os pais oferecem em casa, apesar de muito importante, de um programa de prevenção que definitivamente irá protegê-los.
Organize uma reunião em seu bairro, condomínio ou comunidade. Queremos reunir os pais para trocarmos experiências e encontrarmos juntos, soluções para todas estas questões levantadas.
Encoraje seus filhos a frequentar uma reunião de prevenção. Isto é tão essencial para eles quanto ir à escola. Refiro-me a uma reunião de jovens que eles irão adorar frequentar.
Conte com o suporte de um especialista ao longo da adolescência dos seus filhos. Acostume-se a ter uma pessoa que entende do assunto para conversar e recorrer sempre que precisar.

 

– Treinamento para professores e educadores.

– Formação de agentes de prevenção na escola.

– Tratamento para o consumo abusivo de álcool e envolvimento com drogas

Acesse os sites:

Para tratamento: www.tratamentodasdrogas.com.br

Para internação: www.drogasealcoolclinica.com.br

Empresas

– Palestra impactante para colaboradores

A sua empresa pode não ter muitos colaboradores envolvidos com drogas, mas certamente tem muitos colaboradores fazendo uso abusivo de álcool, porque acreditam estar bebendo socialmente.

Hábitos de fim de semana e programas com os amigos escondem uma série de armadilhas.

Uma simples palavra esclarecedora pode mudar definitivamente a forma como as pessoas enxergam diversão, lazer e recompensa.

A grande maioria das empresas considerou esta abordagem sobre álcool e drogas como a melhor já oferecida aos seus colaboradores.

Um encontro onde as pessoas conseguem rir dos próprios hábitos, e, ao mesmo tempo, perceber o quanto o assunto é sério. Ao final da palestra, todos reconhecem a necessidade de reavaliar seus comportamentos.

Esta palestra sobre álcool e drogas levanta questões que normalmente não são abordadas, surpreendendo os ouvintes na desconstrução de conceitos. Por este motivo, movimenta atitudes e comentários por parte dos colaboradores ao longo do ano.

Coloco à sua disposição os contatos dos engenheiros de segurança no trabalho, médicos, assistentes sociais,profissionais de recursos humanos e de treinamento que contrataram esta palestra, foram muito elogiados pela escolha que fizeram e tiveram um retorno acima do esperado.

Seus colaboradores precisam ouvir algumas verdades sobre a “inocente cervejinha”.

Mas a última coisa que queremos é um palestrante chato mostrando gráficos!

Uma palestra que utiliza o humor como estratégia para abrir a mente e que atinge pais, filhos, comunidade e colaboradores de todas as idades!

Um programa de conscientização que vai da diretoria ao chão de fábrica!

Faz diferença para a sua empresa se os seus colaboradores beberem menos cerveja, dedicarem mais tempo às suas famílias e abandonarem comportamentos de risco relacionados ao consumo de álcool?

Sipat – sustentabilidade – responsabilidade social

 

– Entrevista estratégica que identifica o nível de envolvimento.

– Programa anti-tabagismo (6 em cada grupo de 10 pessoas param de fumar)

– Encaminhamento para tratamento, ressocialização e reconstrução da capacidade de trabalho.

Acesse os sites:

Para tratamento: www.tratamentodasdrogas.com.br

Para internação: www.drogasealcoolclinica.com.br

– Treinamento de líderes

Treinamento para os líderes da sua empresa aprenderem a identificar em seus colaboradores os sinais de envolvimento com as drogas.

Esclarecimento sobre como agir em casos de suspeita e de confirmação.

Um programa para as empresas que se preocupam em ajudar e resgatar colaboradores envolvidos com drogas e álcool.

Programas de 1, 2 ou 3 módulos, com duração de 2 a 6 horas.

Tópicos que serão abordados nas reuniões:

Parte 1

– Diferentes posturas das empresas em relação ao problema das drogas;

– Qual é o nosso objetivo e por que estamos reunidos por esta causa.

Parte 2

– Depoimento de Vida;

– Olhe para si, observe seus hábitos e comportamentos;

– Aproveite os ensinamentos, torne-se um exemplo e prepare-se para ajudar quem precisa.

Parte 3

Álcool

– A propaganda enganosa e o marketing que ilude;

– A diferença entre consumo social e uso abusivo;

– Por que o álcool é a droga mais perigosa de todas;

– Diferentes relações de dependência com o álcool;

– De que forma o consumo abusivo atinge o ambiente de trabalho;

– Mitos e paradigmas.

Maconha

– A propaganda enganosa que se espalha entre os jovens;

– Uso recreativo;

– Maconha não é como dizem uma “droga leve e natural”;

– Argumentos mais utilizados pelos que defendem o uso da maconha;

– As consequências do uso da maconha;

– Mitos e paradigmas.

Cocaína

– A cocaína é uma droga sedutora que aparece quando menos esperamos;

– Por que a cocaína é a droga com o maior poder de iludir as pessoas;

– Por que não é possível administrar o uso da cocaína;

– Consequências do uso de cocaína para melhorar o desempenho no trabalho.

Crack

– Uma evolução da Cocaína;

– Uso, administração e consequências.

Parte 4

– De que forma o uso recreativo dos diferentes tipos de drogas se torna abusivo e se transforma em dependência;

– Riscos iminentes no ambiente de trabalho decorrente do uso das drogas;

– O uso de drogas é uma doença, não se trata de falta de caráter;

– De que forma abordar o problema sem expor o colaborador;

– Colaboradores que já sinalizaram uma relação de dependência terão dificuldade em reconhecer que precisam de ajuda e tentarão administrar o uso das drogas;

– Encorajando o colaborador a aceitar ajuda antes que o problema se torne mais grave;

– Como ajudar quem não aceita ou não reconhece que precisa de tratamento.

Parte 5

– Formas de tratamento;

– Afastamento e internação;

– Índices de recuperação dos dependentes de drogas;

– Como preparar o seu setor para receber o colaborador que volta de uma internação.

Instituições

– Prefeituras

– Secretaria da educação

– Secretaria de assistência social

– Vara da infância e juventude

– Conselho Tutelar

– Condomínios privados.

Proposta para prevenção das drogas e do álcool em Condomínios.

Jovens sentem-se estimulados a experimentar drogas dentro dos condomínios, porque sabem que será mais difícil serem pegos não estando nas ruas.
Com pouco investimento há muito o que se fazer para orientar os pais e proteger os adolescentes.

O programa inclui 3 reuniões :

REUNIÃO Nº 1 – Para pais e jovens com mais de 12 anos.
Nesta primeira reunião, darei meu depoimento de vida. É uma história intrigante que causa reflexão geral sobre comportamentos e valores. As pessoas ficam de certa forma chocadas e não conseguem esquecer com facilidade o que foi dito.
Neste momento, todos serão conscientizados sobre a importância de participarem das reuniões seguintes. Os pais conhecerão meu trabalho e sentirão maior confiança para deixar seus filhos comigo sem estarem presentes.

REUNIÃO Nº 2 – Somente com os pais
Nesta reunião será oferecido um treinamento para que os pais saibam como falar sobre o assunto, aprendam a avaliar se seus filhos estão tendo comportamentos de risco e entendam como agir em caso de suspeita, sem que piorem o problema.
Não se trata somente de uma palestra. Todos poderão falar. As trocas de experiências, as dúvidas e questionamentos levantados pelo grupo poderão ser úteis para a conscientização geral do grupo.

REUNIÃO Nº3 – Somente com jovens entre 12 e 18 anos.
Esta reunião não é opcional para os jovens. Os pais deverão fazê-los entender, cada um da sua forma, que eles devem participar da mesma forma que têm o dever de ir à escola.
Nenhum familiar poderá estar presente nesta reunião, somente os jovens.
Os jovens gostam muito desta reunião, porque percebem que podem contar tudo o que vêem, o que pensam, e podem perguntar o que quiserem.
É justamente a proposta de liberdade de expressão que faz com que os jovens se conscientizem e passem a buscar uma atitude diferente.
Na reunião não falo sobre os tipos de drogas. Conversamos sobre o grupo, sobre as baladas, discutimos o que é lazer saudável e o que a mídia, a cultura e a sociedade escondem de nós sobre o álcool e sobre a maconha.

 

– Eventos para pais, educadores e abertos ao público.

– Igrejas

– Projetos de Responsabilidade Social

Nos arredores de sua empresa existem comunidades muito carentes de um programa de prevenção contra as drogas, que ajudará pais e adolescentes a evitarem tanto sofrimento.

Dentro da sua empresa, certamente, encontraremos colaboradores interessados em promover em suas comunidades ações que ajudem estas famílias.

Será a empresa promovendo ações de responsabilidade social nas escolas e centros comunitários.

Tenho sido procurado diariamente por professores, assistentes sociais e líderes comunitários em busca de programas de prevenção e por pessoas interessadas em ajudar outras pessoas, mas que não têm recursos.

Caso este seja o interesse da sua empresa, podemos estabelecer esta parceria e realizar um grande trabalho.